Brasília,
09 de agosto de 2010
CNS participa de II Fórum Social de Saúde do Paraguai
“Política pública de saúde para todos e todas”, foi com essa bandeira de luta que começou o II Fórum de Saúde do Paraguai, em Assunção, atividade que antecede o Fórum Social de Saúde e Seguridade Social das Américas. O Conselho Nacional de Saúde (CNS) participa da atividade apresentando a experiência do Sistema Único de Saúde (SUS) como proposta que deu certo no Brasil e precisa ser fortalecida na ótica pública. O evento recebeu delegações do Brasil, Colômbia, Uruguai e Argentina.
A abertura contou com a presença do Presidente do CNS, Francisco Batista Junior; Nancy Molina, representando o Movimento Nacional pelo Direito à Saúde na Colômbia; Gonzalo Basile, Presidente de Médicos do Mundo e Membro do Fórum Social pela Saúde na Argentina; Armando de Negri, Membro da Coordenação Executiva do Fórum Social Mundial da Saúde; Jose Parra, do Movimento Nacional pelo Direito à Saúde no Paraguai; Antolin Sugasti, da Central Única de Trabalhadores Autêntica (CUT-a), do Paraguai.
A atividade tem como objetivo discutir ações e estratégias que garantam a implantação de um sistema de seguridade social nas Américas e promover diálogos para preparar a participação dos países na I Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Sistemas Universais de Seguridade Social, que acontecerá no Brasil em dezembro de 2010.
Os movimentos sociais e os governos querem garantir discussões que permitam o fortalecimento e amadurecimento dos movimentos sobre o tema e, principalmente, socializar estratégias para fortalecer a luta pela implantação de um sistema de saúde e seguridade social forte nas Américas. Para Francisco Junior, o encontro vai possibilitar o diálogo e a troca de experiências entre os países na perspectiva de fortalecer a luta por uma seguridade social voltada para os interesses da sociedade.
No primeiro dia do Fórum os participantes puderam acompanhar oficinas organizadas pelas diversas entidades presentes no encontro. Ao final do dia os movimentos tinham uma certeza, “a saúde é direito de todos e deve ser universal”.
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